Domingo, 22 de Dezembro de 2013

Cientistas indicam que os animais são tão inteligentes quanto os humanos

Cientistas indicam que os animais são tão inteligentes quanto os humanos

 

Há muito que a espécie humana acredita ser a mais inteligente de todas as espécies animais. Porém, um crescente conjunto de evidências científicas sugere que, enquanto espécie, estamos apenas a ser arrogantes.

Um crescente número de biólogos, que se dedicam ao estudo da evolução das espécies, argumenta que em vários casos os animais têm cérebros superiores aos do ser humano e que muitas das suas habilidades não são bem interpretadas pelos humanos.

Por exemplo, a capacidade do gibão em produzir sons variados, com diferentes significados, ou o sofisticado método do coala para marcar o seu território ou as habilidades dos animais domésticos para persuadir os humanos são referidos como provas desta inteligência.

“Durante séculos, todas as autoridades, desde as religiosas às académicas, repetiram a mesma ideia de que os humanos são excepcionais, em virtude de serem os animais mais inteligentes”, afirma Arthur Saniotis, investigador visitante da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Adelaide. “No entanto, a ciência diz-nos que os animais podem ter faculdades cognitivas que são superiores às dos seres humanos”, acrescenta.

A crença de que os humanos possuem inteligência superior remonta à Revolução Agrícola, há cerca de dez mil anos, quando as pessoas começaram a produzir alimentos e a domesticar os animais. De acordo com os investigadores, esta crença ganhou nova força com o desenvolvimento das organizações religiosas, que viam os seres humanos no topo das espécies segundo a criação divina.

“A crença da superioridade cognitiva humana intrincou-se nas ciências e filosofia humana. Mesmo Aristóteles – provavelmente o mais influente de todos os pensadores – argumentou que os seres humanos eram superiores aos outros animais, devido à sua capacidade exclusiva para raciocinar”, explica Saniotis.

Maciej Henneberg, professor de anatomia antropológica e comparativa, também da Universidade de Adelaide, acredita que, frequentemente, os animais possuem diferentes faculdades que não mal interpretadas pelos humanos. “O facto de que eles podem não nos entender, e de nós não os entendermos, não significa que as nossas ‘inteligências’ estejam em níveis diferentes, são apenas de tipos diferentes”, diz.

Segundo os biólogos, os animais possuem diferentes tipos de inteligência, como a social e a cinestética, que têm sido subestimadas devido à fixação dos seres humanos sobre a linguagem e tecnologia. Os gibões podem produzir até 20 sonoridades com significados diferentes. “O facto de não construírem casas é irrelevante para os gibões”, afirma Henneberg. “Muitos quadrúpedes deixam complexas marcas olfactivas no ambiente e alguns, como os coalas, têm glândulas peitorais para marcarem o território. Os humanos, com o seu limitado poder olfactivo, não conseguem avaliar a complexidade das mensagens contidas nas marcas olfactivas, que podem ser tão ricas em informações como o mundo visual”, indica.

Uma experiência realizada na Universidade de Cambridge provou que os membros da família dos corvos, conhecidos como corvídeos, não estão apenas entre as aves mais inteligentes, como são mais inteligentes que a maioria dos mamíferos e podem realizar tarefas que crianças de três e quatro anos têm dificuldade em executar.

Um outro estudo provou que as gralhas conseguem utilizar pedras para aumentar o nível das águas de um recipiente para conseguirem capturar vermes e insectos. Os corvos que habitam nas áreas urbanas aprenderam a utilizar o tráfego rodoviário para partir nozes. Estas aves aguardam nos cruzamentos, vigiando os semáforos, de forma a quando o trânsito pára recolherem as suas nozes, que anteriormente deixaram cair e foram esmagadas pelos carros.

Henneberg também acredita que os animais domésticos constituem um exemplo próximo das habilidades mentais dos mamíferos e das aves. “Eles conseguem comunicar-nos as suas exigências e levar-nos a fazer coisas que querem. O mundo animal é muito mais complexo do que achamos”, considera.

 

Fonte: Green Savers

música: Baby, it's cold outside - Glee
publicado por mímica às 02:05

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Quinta-feira, 31 de Outubro de 2013

Especial Halloween - Animais associados ao terror - Serpentes

As serpentes são animais que estão entre os mais temidos pelas pessoas, existindo muita curiosidade sobre essas fascinantes predadoras. Fique a saber mais sobre elas lendo este post!


As serpentes, também chamadas ofídioscobras, mbóismboias e malacatifas, são répteis poiquilotérmicos - ou seja, têm um mecanismo interno que regula a temperatura corporal (os chamados comummente de animais de 'sangue frio') - sem patas, pertencentes à subordem Serpentes, ou Ophidia. São bastante próximas dos lagartos, com os quais partilham a ordem Squamata.


Esqueleto



O esqueleto da maioria das serpentes consiste apenas no crânio, maxilares, coluna vertebral e costelas.

A coluna vertebral possui aproximadamente entre 200 e 400 (ou mais) vértebras. Destas, em torno de 20% (às vezes menos) são da cauda e não possuem costelas. Já as vértebras do corpo possuem, cada uma, duas costelas articuladas a elas. As vértebras também possuem projeções às quais se fixam os fortes músculos que as serpentes usam para se locomover.

 

Pele

pele das cobras é coberta por escamas. As escamas do corpo podem ser lisas ou granulares. As suas pálpebras são escamas transparentes que estão sempre fechadas. Elas mudam a sua pele periodicamente (num processo conhecido como ecdise ou muda).

Pensa-se que a finalidade primordial desta é remover os parasitas externos. Esta renovação periódica tornou a serpente num símbolo de saúde, como por exemplo no símbolo da medicina (o bastão de Esculápio). 






















Órgãos internos



O pulmão esquerdo é muito pequeno ou mesmo ausente, uma vez que o corpo em forma tubular requer que todos os órgãos sejam compridos e estreitos. Para que caibam no corpo, só um pulmão funciona. Além disso muitos dos órgãos que são pares, como os rins ou órgãos reprodutivos estão distribuídos ao longo do corpo de modo que um esteja à frente do outro, sendo um exemplo de excepção da simetria bilateral.


Sentidos


Apesar de a visão não ser particularmente notória (geralmente sendo melhor na espécie arboreal e pior na espécie terrestre), não impede a detecção do movimento. Para além dos seus olhos, algumas serpentes (crotalíneos - ou cobras-covinhas - e pítons) têm receptores infravermelhos sensíveis em sulcos profundos chamados de fossetas que lhes permite sentir o calor emitido pelos corpos. Isto é extremamente útil em lugares com pouca luminosidade. Como as serpentes não têm orelhas externas, a audição consegue apenas detectar vibrações, mas este sentido está extremamente bem desenvolvido. A maioria das serpentes usa a sua língua bifurcada para captar partículas de odor no ar e enviá-las ao chamado órgão de Jacobson, situado na sua boca, para examiná-las. A bifurcação na língua dá à serpente algum sentido direccional do cheiro.


Alimentação

Todas as serpentes são carnívoras, comendo pequenos animais (incluindo lagartos e outras cobras), aves, ovos, ratos ou insectos. Algumas cobras têm peçonha (veneno) para matar as suas presas antes de as comerem. Outras matam as suas presas por constrição (apertando as presas). 


Ficheiro:Carpet snake.jpg


As cobras não mastigam quando comem, elas possuem uma mandíbula flexível, cujas duas partes não estão rigidamente ligadas. Isso dá-se graças ao osso quadrado que funciona como uma peça de encaixe, que quando necessário desarticula a sua mandíbula para se adaptar ao

tamanho da sua presa (ao contrário da crença popular, elas não desarticulam as suas mandíbulas), assim como numerosas outras articulações do seu crânio, permitindo-lhes abrir a boca de forma a engolir toda a sua presa, mesmo que ela tenha um diâmetro maior que a própria cobra.


As cobras ficam entorpecidas, depois de comerem, enquanto decorre o processo da digestão. A digestão é uma actividade intensa e, especialmente depois do consumo de grandes presas, a energia metabólica envolvida é tal que na Crotalus durissus, a cascavel mexicana, a sua temperatura corporal pode atingir 6 graus acima da temperatura ambiente. Por causa disto, se a cobra for perturbada, depois de recentemente alimentada, irá provavelmente vomitar a presa para tentar fugir da ameaça. No entanto, quando não perturbada, o seu processo digestivo é altamente eficiente, dissolvendo e absorvendo tudo excepto o pêlo e as garras, que são expelidos junto com o excesso de ácido úrico.

Normalmente, as serpentes não costumam atacar seres humanos, mas há relatos envolvendo serpentes grandes, como pythons. Apesar de serem dóceis, existem algumas espécies particularmente agressivas, mesmo assim, a maioria não ataca seres humanos, a menos que sejam assustadas ou molestadas, preferindo evitar este contacto.

 

Locomoção

As cobras usam quatro métodos de locomoção.

Todas as serpentes têm a capacidade de ondulação lateral, em que o corpo é ondulado de lado e as áreas flexionadas propagam-se posteriormente, dando a forma de uma onda de seno propagando-se posteriormente.

Além disto, as serpentes também são capazes do "movimento de concertina". 



 

Este método de movimentação pode ser usado para trepar em árvores ou atravessar pequenos túneis. No caso das árvores, o tronco é agarrado pela parte posterior do corpo, ao passo que a parte anterior é estendida. A porção anterior agarra o tronco em seguida e a porção posterior é propelida para a frente. Este ciclo pode ocorrer em várias secções da cobra simultaneamente (este método originou a afirmação errónea de que as cobras "andam nas próprias costelas"; na verdade, as costelas não movem para frente e para trás em nenhum dos 4 tipos de movimento). No caso de túneis, em vez de se agarrar, o corpo comprime-se contra as paredes do túnel criando a fricção necessária para a locomoção, mas o movimento é bastante semelhante ao anterior.

 

[piton-albina-2.jpg]

 

Outro método comum de locomoção é locomoção rectilínea, em que uma cobra se mantém recta e se propele como se de uma mola se tratasse, usando os músculos da sua barriga. Este método é usado normalmente por cobras muito grandes e pesadas, como pítons e víboras. 

 

 

No entanto, o mais complexo e interessante método de locomoção é o zigue-zague, uma locomoção ondulatória usada para atravessar lama ou areia solta.

Nem todas as serpentes são capazes de usar todos os métodos. A velocidade máxima conseguida pela maioria das cobras é de 13 km/h, mais lento que um ser humano adulto a correr, excepto a mamba-negra, que pode atingir até 20 km/h.

 

Reprodução

As serpentes usam um vasto número de modos de reprodução. Todas usam fertilização interna, conseguida por meio de hemipénis bifurcados e no momento da cópula esse órgão genital infla-se com sangue e é evertido para ser introduzido na cloaca da fêmea durante a cópula.




Hemipénis de Sucuri


A maioria das serpentes é ovípara (colocam ovos) e outras como os boídeos (sucuris e jibóias) e viperídeos (excepto a surucucu-pico-de-jaca) são vivíparas dando à luz filhotes já formados.



Serpentes peçonhentas



Cobra-rateira, existente em Portugal, cuja toxina é mortal para o Homem


Embora apenas um quarto das serpentes sejam peçonhentas - é vulgar chamar erradamente venenosos aos animais que injetam sua toxina -, muitas das espécies são letais aos humanos. Estas serpentes letais são geralmente agressivas e sua peçonha pode matar um adulto saudável, se este não for devidamente tratado no período de algumas horas.

As cobras venenosas são classificadas em quatro famílias taxonómicas:

  • Elapidae - najas, mambas, cobras-coral, cobra-real,etc.
  • Viperidae - cascavel, jararaca, surucucu, víbora-cornuda, víbora-de-seoane, etc.
  • Colubridae - cobra-rateira, nem todas venenosas.
  • Hydrophiidae

Em Portugal, apenas existem espécies de duas destas famílias - Colubridae e Viperidae. Apenas três espécies merecem referência como perigosas para o Homem: a cobra-rateira, a víbora-cornuda e a víbora-de-seoane. Os casos de mordeduras fatais conhecidos são raros e ocorreram principalmente em indivíduos debilitados, idosos, doentes ou crianças. Existem antídotos específicos para o veneno destas espécies.

 

O que devo fazer quando encontrar uma cobra?

Você estando na natureza, deve respeitar o animal em seu habitat e deixá-lo em paz. Avise as pessoas que estiverem próximas sobre a localização da cobra. Quando criança deve-se procurar um adulto e avisá-lo sobre a presença do animal. Em área urbana deve-se procurar o telefone de órgãos que capturam esses animais (bombeiros, Centros de triagem, etc). Lembre-se que as serpentes são animais importantes nos ecossistemas e é crime matar animais silvestres.

 

O que devo fazer para não ser picado por uma cobra?

Primeiramente deve-se ter muita atenção quando estiver em áreas onde esses animais ocorrem como campos, florestas, fazendas. Olhar bem onde pisa e coloca as mãos, andando devidamente calçado uma vez que a maioria das picadas ocorre na altura do joelho para baixo.  Quando andar de noite nesses lugares propícios de ocorrerem serpentes sempre utilizar uma lanterna. Quando for sentar-se no chão ou passar em troncos em florestas olhar cuidadosamente se não tem nenhum animal peçonhento próximo.

 

Sobrevivência a picada de serpentes venenosas



Há pouca razão para temer a morte devido à mordedura de serpentes. Apenas um quarto das cobras é peçonhenta, e dentre as 7 000 mordidas de cobras registadas na América por ano, menos de 15 vítimas morrem. No entanto, se você for mordido por uma serpente, há certos procedimentos a seguir. Primeiramente, distancie-se da cobra agressora. Segundo, localize um ou dois ferimentos puntiformes em seu corpo. Se o local da mordida começar a inchar ou doer muito, então você foi envenenado. Se possível, mantenha o ferimento acima ou no mesmo nível do coração para facilitar a circulação e rapidamente procure auxílio médico. O veneno em si normalmente não o matará, mas exacerbar-se enquanto envenenado pode ser fatal. Não amarre o local da mordida para impedir que o veneno espalhe-se, pois a falta de circulação sanguínea pode matar o local. Além do mais, o veneno espalha-se por seu sistema circulatório quase que instantaneamente quando é injevtado. Apesar da crença popular, não se pode sugar o veneno da cobra usando-se a boca.


Sinais e sintomas:


  • Marca dos dentes na pele;
  • Dor local e inflamação;
  • Pulso acelerado e respiração dificultosa;
  • Debilidade física;
  • Problemas de visão;
  • Náuseas e vómitos;
  • Hemorragias.

Tratamento Pré-Hospitalar:

  1. Mantenha a pessoa calma e deitada, removendo-a do local onde ocorreu a picada;
  2. Lave com água e sabão o local da picada;
  3. Retire anéis e outros materiais que atrapalhem a circulação na extremidade afetada;
  4. Mantenha o membro afetado elevado acima ou ao mesmo nível do coração;
  5. Transporte imediatamente a pessoa para um hospital.

Não é necessário levar a serpente ou descrevê-la para o médico, ele fará o diagnóstico a partir do ferimento e dos efeitos no corpo do paciente.

Somente o soro cura intoxicação por picada de serpentes. Há soro específico para a maioria das espécies de serpentes.


Existe encantadores de Najas?



Na Índia existem os famosos “ encantadores de serpente”, que as colocam num cesto, tocam flauta e elas parecem dançar ao som da música, porém , como todas da espécie são deficientes de audição, o que elas fazem ao se erguerem, assumindo sua posição de defesa,  é somente acompanhar as vibrações de som , ou movimento da flauta, elas movem-se de acordo com suas percepções de movimentos ou vibrações. Alguns “encantadores” usam urina de rato , que é a sua presa favorita , para atiçar a cobra que, estimulada, começa o “show”.Essas Najas são capturadas na natureza, o colector deixa-as algum tempo sem se alimentar. Depois, cortam os seus dentes inoculadores de veneno ou costuram suas bocas. 

Qual a maior cobra do mundo?


Píton Africana


Segundo Murphy & Henderson (1997), os maiores recordes são de Píton Africana (Python sebae) com 12 metros, Sucuri (Eunectes murinus) de 11,5 metros (Registro do Marechal Rondon em Oliver, 1958), Píton Reticulada (Python reticulatus) com 10 metros e a Píton Indiana (Python molurus) com 9,14 metros.


Qual a maior cobra peçonhenta do mundo?


A Cobra-rei ou "King Cobra" (Ophiophagus hahhah) com 5,58 metros de comprimento.

 

A Serpente e sua simbologia

Alguns acreditam que a serpente personifica o mal, outros, que é forte aliada contra as forças mais poderosas que possam atacar-nos. As cobras sofrem o processo da troca de pele e esse é um evento que desperta a curiosidade. Essa característica possibilita associá-la ao rejuvenescimento, algo muito desejado pelo homem em todos os tempos.



 

A ela está associada a imagem do Oroboro, a serpente que morde a própria cauda formando uma circunferência, símbolo da continuidade, da eternidade. Associada também à Oxumaré, Orixá da Umbanda que rege a renovação. Para saúdar Oxumaré se diz:  "Arroboboi!" ou "Orobobô!"



Na tradição Cristã, Satanás, disfarçado de serpente, instiga a queda enganando Eva para desobedecer uma ordem de Deus. Por isso a serpente também representa tentação, demónio e enganação.



Os traços positivos da cobra podem ser vistos quando interligada com a Árvore da Vida e representa bondade, também associada com poderes curativos e ou renascimento simbolizado na mudança de sua pele. O mito da tentação da serpente no jardim do Éden, refere-se à necessidade de auto-realização do homem, o princípio da individuação. É comum que seja apresentada por alguns como a representação simbólica do princípio sedutor da mulher.


No Hinduísmo, está também associada à Kundalini, energia vital e sexual situada na base da coluna e que, se despertada, pode fluir pelo corpo do homem através da espinha dorsal, em forma de uma serpente que enrolando-se, em espiral, sobe até chegar à cabeça. Como resultado, abre-se o acesso à corrente espinal de energia, permitindo que se tenha contavto com a energia da força vital, que tudo cura. Seu coração entra em contacto com seu Eu Superior e a Consciência Cósmica.



No Xamanismo ela significa transmutação, cura, regeneração, sabedoria, psiquismo, sensualidade. Como as cobras deixam para trás a sua pele, nós podemos deixar para trás as nossas ilusões e limitações para usarmos plenamente a nossa vitalidade e desejos para alcançar a totalidade.

No Xamanismo Ancestral este Animal de Poder é um grande aliado de cura, ela é poderosa e indispensável. Ela tem a capacidade de devorar doenças comendo tumores e outros patógenos virulentos, pois o organismo da Serpente não é vulnerável às mesmas doenças que o nosso. À medida que for desenvolvendo a sua relação com essa nova aliada, pergunte a ela quando o uso desse poder é indicado. É importante observar que o veneno da Serpente, embora sempre tóxico, é útil à produção de vários tipos de remédios.



Há muito tempo este Animal de Poder representa o emblema da força energética e da sabedoria de diversas escolas de misticismo e ocultismo do passado e da atualidade. Aperece na coroa dos faraós egípcios e demais impérios do passado, representa o Eu Inferior Oculto, que é a mente subconsciente ou inconsciente.



Ver uma serpente em seu sonho você pode interpretar como um anúncio de uma etapa de enfrentamentos com o seu próprio eu. Talvez você passe por experiências que possam parecer desagradáveis mas que no final resultarão numa solução de luz e numa sabedoria que dificilmente você conquistaria de maneira tão rápida.
O sonho indica-lhe que você se deve preparar para viver algo importante como também renunciar a certos prazeres para entrar em contactos com a sua verdade superior. Problemas poderão ser solucionados se você tiver a tranquilidade para perceber os sinais da sua vivência diária.


Fontes: Wikipedia, Herpetofauna, CobrasNetBR e Dalla Blog




publicado por mímica às 14:53

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Domingo, 23 de Junho de 2013

Associação transmontana quer eliminar ideia de 'lobo mau' nas crianças




Uma associação de Trás-os-Montes anunciou hoje que vai desenvolver um conjunto de aplicações para 'smartphones' e 'tablets' para que, junto das crianças, seja desmistificada a ideia do "lobo mau" e seja fomentada uma maior consciencialização ambiental.

Filipe Marrão, técnico da Corane - Associação de Desenvolvimento da Terra Fria Transmontana, que engloba os concelhos de Bragança, Miranda do Douro, Vinhais e Vimioso, estas aplicações vão permitir descobrir as zonas de lobos, histórias e lendas associadas a este animal que "ainda assusta as populações rurais com os seus ataques".

Outro dos propósitos da Corane é implementar, como já acontece em Espanha, a introdução de roteiros ambientais, que permitam sinalizar estruturas e trilhos associadas ao lobo e todo o património etnográfico associado as alcateias.

"Os turistas poderão descarregar do sítio da Internet do projecto transnacional 'Lobo: Vida Selvagem e Agricultores' toda informação e partir à descoberta de alcateias em todas as zonas dos concelhos de Terras Fria Transmontana", explicou.

O projecto foi hoje apresentado em Santalhão, no concelho de Vimioso, numa iniciativa que juntou técnicos e pastores de Portugal, Espanha, Estónia, Roménia, Suécia e Polónia.

Com estas aplicações para 'smartphones' e 'tablets', além de conhecerem o quotidiano e os trilhos do lobo e seus habitats, os utilizadores poderão conhecer pontos de interesse turístico dos quatros concelhos de região nordestina, que integram a Associação de Desenvolvimento da Terra Fria Transmontana.

"A ideia é que o lobo seja um chamariz turístico para a região do Nordeste Transmontano", acrescentou Filipe Marrão.

Outras ideias apresentada pelos parceiros no projecto passa pela criação de uma federação ou associação transnacional, com a missão de dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos no sentido de proporcionar "uma coexistência pacífica entre o lobo e agro pastorícia".

"Há vontade de todos os parceiros em avançar com a iniciativa ", frisou o técnico da Corane.

O projecto transnacional "Lobo: Vida Selvagem" está em curso há dois anos e a Corane é um dos parceiros.

 

Lusa/SOL

 

publicado por mímica às 00:03

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Quarta-feira, 20 de Junho de 2012

Conviver com cães ajuda a prevenir doenças respiratórias infantis

 

Mais uma boa notícia para os amantes dos bichinhos e uma chapada de luva branca para aqueles/as que abandonam os seus animais de estimação com a desculpa de que os filhos são alérgicos aos pêlos dos animais...

 

Eis aqui a notícia:

 

A exposição precoce a cães e outros animais de estimação pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças respiratórias nas crianças, conclui um estudo divulgado ontem na reunião geral daSociedade Americana de Microbiologia, em São Francisco, Estados Unidos.

«O vírus sincicial respiratório (VSR) é uma causa comum de infeções respiratórias infantis, que está também associado ao elevado risco de desenvolver asma infantil. A exposição desde cedo a animais domésticos, especialmente a cães, mostrou ser protetora contra o desenvolvimento de doenças alérgicas na infância», disse Kei Fujimura, autor do estudo e biologista molecular na Universidade da Califórnia.

A razão está no facto de os micro-organismos existentes nos cães ajudarem a fortalecer o sistema imunitário.

Estudos precedentes já haviam mostrado que as bactérias existentes no pó da casa são diferentes em casas com ou sem cães, e que as crianças que conviviam com cães tinham uma menor incidência de asma.

Para provar a ligação, os cientistas colheram amostras de pó de casas com cães, misturaram-nas numa solução e deram-nas a ingerir a ratos. Ao fim de oito dias, colocaram estes animais em contacto com o vírus, mas estes não desenvolveram a inflamação e a produção mucosa característica do VSR. Também foi encontrado um grupo diferente de bactérias no trato gastrointestinal destes ratos, em comparação com outros que não tinham sido sujeitos a esta experiência.

Os cientistas consideram tratar-se de uma conclusão importante para futuros desenvolvimentos no combate às doenças respiratórias infantis.

 

Fonte: Sapo Saúde

publicado por mímica às 13:45

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Terça-feira, 26 de Outubro de 2010

Especial Halloween - Animais associados ao terror - Morcegos e vampiros

belgianchocolate

 

 

 

Os morcegos são os únicos mamíferos capazes de voar.        

Têm uma dieta bastante equilibrada desde sementes, folhas, néctar, pólen, pequenos vertebrados, peixes, insectos e sangue. Os morcegos bebedores de sangue (vampiros) só são representados por 3 espécies existentes na América Latina e no Sul do México.

 

Vida e Reprodução

 

Os bebés morcegos agarram-se à mãe quando nascem. E, exactamente por isto, por ser difícil "segurar" mais do que um filho, geralmente, só nasce uma cria.

Foram-se autênticas colmeias onde várias fêmeas "dão à luz" que se situam dentro de troncos de árvores e cavernas.

A expectativa de vida dos morcegos varia dos 5 aos 30 anos, tornando-se adultos logo às 6, 8 semanas, na maioria dos casos.

 

Inimigos Naturais:

 

  • Corujas e falcões
  • Gato doméstico
  • Algumas espécies de sapos e lacraias
  • Cuícas e gambás
  • Cobras
  • Pulgas e carrapatos
  • 

Morcegos como transmissores de raiva

 

A maioria dos morcegos não transmite raiva, resumindo-se aos lugares onde a raiva é endémica, ou seja, uma doença que tem uma presença constante nesses países.

Sinais que nos podem alertar se um morcego tem raiva:

  • Se ele estiver desorientado
  • Agressivo
  • Falta de coordenação motora
  • Contracções musculares e paralisia
  • Incapazes de voar
  • Tremores
  • Óbito

Se um morcego for encontrado em sua casa e não se puder excluir a possibilidade de exposição, o morcego deve ser capturado e imediatamente encaminhado para o centro local de controle de zoonose para ser observado. Isto também se aplica se o morcego for encontrado morto. Se for certo que ninguém foi exposto ao morcego, ele deve ser retirado da casa. A melhor forma de fazê-lo é fechar todas as portas e janelas excepto uma para o exterior. O morcego logo sairá.

 

 

 

Os vampiros têm dentes pequenos e as suas mordidas são supercficiais, logo conseguem morder uma pessoa adormecida sem ela dar conta. Isso acontece porque eles têm um sensor que lhes dá a informação sobre quais são os vasos mais superficiais, tornando, assim, a mordida menos dolorosa. Contém, também, uma substância anticoagulante que retarda o processo de cicatrização, podendo beber o sange por mais tempo.

 

Aspectos Culturais

 

Em Tonga e na África Ocidental são vistos como uma manifestação física de uma alma separada, sendo, por isso, considerados sagrados. Na cultura popular, os morcegos são vistos como vampiros. São também um símbolo de fantasmas, morte e doença.

Na cultura chinesa, polaca, madedónia e árabe são símbolos de longevidade e de felicidade.

Na cultura ocidental é associado à natureza proibida e à noite.

 

 

 

 

 

publicado por mímica às 21:35

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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Vida de cão

publicado por mímica às 01:02

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Domingo, 23 de Agosto de 2009

A inteligência canina

Quem tem um cão, sabe que eles são muito inteligentes, não é verdade? Mas agora essa inteligência está provada cientificamente!

 

Um psicólogo americano canino afirma numa investigação que os cães têm a mesma inteligência que uma criança de dois anos e meio! Parece pouco, mas temos que levar em conta que uma criança desta idade já é capaz de distinguir o que é bom ou ruim e também de entenderem a linguagem. E os cães fazem tudo isto. Segundo o estudo, um cão é capaz de conhecer o significado de 200 palavras e também sabe enganar os humanos para tirar proveito.

Inclusive sabem contar! Mas só até cinco! Já é bastante para um animal. O cão também consegue resolver pequenos problemas, como o deste vídeo que soluciona o problema de pegar uma bola de uma piscina sem se molhar.

A inteligência dos cães varia segundo a raça e já está provado que os mais inteligentes são o collie, o pastor alemão e o poodle.

 

publicado por mímica às 12:06

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Sábado, 4 de Julho de 2009

Obesidade também afecta cães e gatos

A obesidade, doença que afecta cada vez mais pessoas, também atinge cães e gatos, muito por culpa dos donos, que os mimam com doces e os privam da prática diária de exercício físico, alertam veterinários

 

 

Em Portugal, não existem estatísticas e estudos epidemiológicos sobre a doença nos animais domésticos que permitam perceber se a sua incidência está a aumentar ou a diminuir, embora o negócio das rações de emagrecimento tenha vindo a crescer e o dos medicamentos de redução de peso esteja a dar os primeiros passos.
Uma dezena de médicos e hospitais da especialidade de Norte a Sul do País ouvidos pela Agência Lusa reconhece o problema, atribuindo-o frequentemente à incorrecta alimentação e à falta de exercício físico.
A responsabilidade de tais «erros» recai sobre os proprietários dos bichos. Mário Santos, director-clínico do Hospital Veterinário do Porto, é peremptório: «Sem dúvida que os cães e os gatos estão a ficar obesos, pois são o reflexo dos donos».
A seu ver, os proprietários dos animais de companhia «têm pouco tempo» para os passear e dão «demasiada comida», incluindo guloseimas e restos de refeições, com muitas calorias, «como prova de amor».
As más consequências sucedem.
«A obesidade pode afectar a qualidade de vida do animal, já que este tem muita dificuldade em praticar exercício e brincar com outros animais e com os donos», avisa o veterinário.
Por outro lado, o peso excessivo acelera o aparecimento de certas patologias, como hipertensão arterial, artrites, insuficiências cardíacas, respiratórias e hepáticas, cancro e diabetes, assim como complicações cirúrgicas, mau estado do pêlo e da pele e diminuição da esperança de vida.
«Pode ainda piorar doenças persistentes, como a osteoartrose [que afecta as articulações]», adianta Mário Santos. No Hospital Veterinário do Porto, 30 por cento dos cães e gatos «clientes» são obesos: têm 20 por cento do peso acima do normal.
Já no Hospital Animal do Sul, do Centro de Saúde Animal de Faro, que tem consultas de nutrição, a percentagem ronda os cinco por cento.
As causas da obesidade repetem-se: escassez de exercício diário e a «sobre-alimentação, pelo mau hábito dos proprietários em fornecerem guloseimas, como queijo, torradas com manteiga, fiambre, bolos e chocolates, em excesso», aponta o director-clínico da unidade algarvia, Jorge Serpa Santos.
Ainda segundo o responsável do Hospital Animal do Sul, contribuem igualmente para as dificuldades no controlo do peso nos cães e gatos, «a ausência de hábito» dos donos em «levarem o seu animal a consultas regulares junto do médico veterinário» e o uso de «alimentos comerciais com proteínas de fraca qualidade, muita gordura, sal em excesso», sem vitaminas e ácidos gordos essenciais.
Por isso, os especialistas aconselham os proprietários dos animais domésticos a darem, nas doses definidas nas embalagens, ou por indicação médica, para o peso, idade, raça, sexo, condição física e actividade do bicho, granulados concentrados com proteínas, amidos, lípidos, ácidos gordos essenciais, cálcio e fósforo.
A comida cozinhada não é recomendada.
«Não é balanceada em termos nutritivos e permite ao animal seleccionar, por exemplo, carne ou peixe e deixar no prato os legumes ou os amidos», explica Jorge Serpa Santos.
Quanto à prática de exercício físico, a regra, em geral, para cães adultos e saudáveis é, de acordo com os médicos, correrem e passearem pelo menos três vezes por dia na rua ou num parque, ou mesmo brincarem e nadarem na praia.
No caso dos gatos, que, por natureza, são mais caseiros, um dos truques está em lhes «fornecer brinquedos para que se entretenham» ou «distribuir a comida por diversos sítios da casa para obrigar o animal a procurá-la», sugere o director-clínico do Hospital Animal do Sul.
Considerada pela Organização Mundial de Saúde como a «epidemia global» humana do século XXI, a obesidade caracteriza-se pela acumulação excessiva de gordura no corpo.
Nos cães e gatos é detectável na base da cauda e sobre a linha da coluna ou quando há alteração da silhueta das costelas e ancas e o animal tolera pouco o calor ou as caminhadas e as corridas.
Normalmente, a doença, que também pode ser provocada por distúrbios hormonais, surge nos bichos adultos, agravando-se com a velhice e após uma cirurgia de castração.
Raças como Labrador Retriever, Golden Retriever, Cocker Spaniel, Basset Hound, Pastor de Shetland, Beagle, Cairn Terrier e Dachshund (cães) e Europeu Comum - doméstico pêlo curto (gatos) estão mais predispostas à obesidade, que quase sempre é diagnosticada pelos veterinários depois da ida do animal a uma consulta de rotina ou com sintomas de doenças associadas, ou para as vacinações.
«Ainda é difícil explicar aos donos que a obesidade é uma doença porque, se assim não fosse, não havia animais obesos. Afinal, são eles [donos] que lhes põem a comida à frente», sustenta a médica veterinária Maria João da Fonseca.
Em Portugal há uma gama variada de rações dietéticas e light, de prescrição médica ou venda em grandes superfícies comerciais e lojas para animais, ambas com baixo valor calórico mas ricas em fibra, que, a par da prática de exercício físico, têm sido indicadas pelos especialistas para o controlo e tratamento nos cães e gatos da obesidade ou excesso de peso (este último define-se por peso superior em 10 por cento ao ideal).
À venda, há apenas dois meses, o único medicamento comercializado no país para a redução do peso nos animais domésticos, o Yarvitan, que inibe a absorção das gorduras e diminui o apetite, destina-se, porém, a cães.
Sendo recente, os seus benefícios estão a ser ainda avaliados pelos médicos mas já foram vendidas 1.500 unidades em 200 clínicas veterinárias.
«Aqui, no hospital, não se está a vender muito. Não é prescrito mais vezes porque é novo, ainda não entrou bem nas rotinas. Por outro lado, o excesso de peso ou a obesidade muito raramente são a causa da consulta», advoga Maria João da Fonseca, que é médica no Hospital Veterinário do Restelo, em Lisboa.
Para os especialistas, a prevenção continua a ser o melhor remédio para abafar os «quilos a mais» nos animais de companhia: exercício físico «q.b» e alimentação sem excessos, recompensas e a horas. Chocolates? Banidos das ementas.

Lusa/SOL

 

publicado por mímica às 00:17

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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Donos de cães perigosos já podem ser criminalizados

O Parlamento aprovou hoje um diploma que autoriza o Governo a criminalizar os promotores de lutas entre animais e os donos de cães perigosos, com a possibilidade de penas até 10 anos de prisão.

 

O diploma foi aprovado com os votos favoráveis do PS, PCP, BE, PEV e a abstenção do PSD e do CDS-PP. O deputado do PSD Mendes Bota votou a favor.

A autorização legislativa prevê que "as penas previstas nas normas ao abrigo da lei não podem exceder 10 anos de prisão".

O Governo definirá os ilícitos criminais que correspondem à participação ou promoção de lutas entre animais e à ofensa à integridade física causada por animais, por dolo do dono.

De acordo com o diploma, passará a ser punível "a tentativa" de organização de lutas entre animais, e as ofensas à integridade física causadas por animais, seja por dolo ou negligência do dono.

A pena será agravada se da agressão resultarem "ofensas graves" à integridade física da vítima.

No preâmbulo do diploma, aprovado em Conselho de Ministros a 28 de Agosto do ano passado, o Governo considera que "a punição como contra-ordenação das ofensas corporais causadas por animais de companhia não é eficaz para a sua prevenção".

"Por as lutas entre animais visarem o aumento do seu potencial genético agressor, são ainda criminalizadas tanto a sua organização, como a participação nas mesmas", refere ainda a proposta de lei.

Um diploma do CDS-PP que visava combater a realização de espectáculos de luta de cães, criminalizando a sua promoção ou realização" foi chumbado pela maioria PS.

 

Fonte: DN

publicado por mímica às 23:47

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Anúncio português contra a tourada

Espectacular!
publicado por mímica às 19:52

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