Terça-feira, 28 de Agosto de 2012

Animal defende fim da "vergonhosa" exceção de Barrancos Ler mais: http://expresso.sapo.pt/animal-defende-fim-da-vergonhosa-excecao-de-barrancos=f749378#ixzz24qP6CGyp



Para a Associação Animal, o espetáculo com touros de morte de Barrancos "é verdadeiramente demoníaco, assustador, horrível."

A associação Animal defende o fim da exceção criada há 10 anos para legalizar o espetáculo "demoníaco" das touradas com touros de morte em Barrancos, que considera "vergonhosa" e o resultado de "uma enorme cobardia política". 

"A Animal defende que esta vergonhosa exceção à lei, que é o resultado de uma enorme cobardia política e nunca devia ter sido concedida, deixe de estar em vigor", disse à agência Lusa a presidente da associação, Rita Silva. 

Segundo a responsável, "o espetáculo (de touradas com touros de morte) de Barrancos é verdadeiramente demoníaco, assustador, horrível. É a perseguição de animais pelas ruas seguida da sua morte lenta para gáudio de pessoas".

Em declarações recentes à Lusa, o presidente da Câmara de Barrancos, António Tereno, tinha dito que a polémica sobre as touradas com touros de morte na vila pertence ao passado e "nada verga" a comunidade local no cumprimento da tradição. 

"Em nome dos animais, a Animal também não verga e esta polémica não é coisa do passado", reage Rita Silva, referindo que a associação está "a trabalhar muitíssimo" para "proibir, de uma vez por todas, a exceção criada para Barrancos", mas também para "proibir a tauromaquia em Portugal".

Recolha de assinaturas


Segundo Rita Silva, a Animal está a promover a recolha de assinaturas para uma petição que pede à Assembleia da República para aprovar e implementar uma nova Lei de Proteção dos Animais, porque a atual "é vergonhosa". 

A petição, que deverá ser entregue no final do próximo mês de setembro, pede que a nova lei considere todos ou o maior número possível de pontos do projeto-lei de revogação e de instituição de uma nova Lei de Proteção dos Animais apresentado pela Animal e que inclui o pedido de proibição das touradas em Portugal. 

"Sabemos que vamos ter de negociar muito na questão das touradas, que é o assunto mais polémico do projeto-lei, mas queremos acabar com a exceção (de Barrancos) a uma lei que é muito clara e diz que não há touradas de morte em Portugal e ponto final e não queremos que as touradas de morte se legalizem em mais locais e que haja mais exceções", sustenta Rita Silva.

Sempre com data certa nos últimos quatro dias de agosto, as festas de Barrancos, por incluírem touradas com a morte dos touros na arena, geraram contestação, sobretudo de associações de defesa dos animais, e atraíram muitos milhares de visitantes, no final da década de 1990 e até 2001. 

Após várias décadas com Barrancos a 'saltar' a lei, a Assembleia da República aprovou, em 2002, um regime de exceção que legalizou a tradição local de touradas com a morte dos touros na arena, que até 2001 geraram contestação, sobretudo de associações de defesa dos animais, e atraíram muitos milhares de visitantes.


Fonte: Expresso Online

publicado por mímica às 13:42

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Sábado, 10 de Abril de 2010

Centenas de pessoas reclamam fim das touradas

Mais de trezentas pessoas estão hoje, sábado, à tarde a manifestar-se em frente ao Campo Pequeno, em Lisboa, para exigir ao Governo mais legislação que proteja os animais e o fim das touradas em Portugal.

"Tradição não é justificação, é falta de instrução!", "torturar e matar merece castigo" e "já não somos primitivos" eram algumas da frases que se podiam ler em cartazes, enquanto "troque de lugar com os touros" e "todos diferentes, todos animais" eram algumas das opções nas 't-shirts'.

 "O que pretendemos dizer ao legislador e ao Governo é que os cidadãos estão muito descontentes com a forma como os animais estão protegidos em Portugal e exigem mais protecção legislativa", afirmou aos jornalistas Rita Silva, presidente da Animal, associação que convocou o protesto.

Maria João Oliveira, uma das manifestantes, veste uma camisola onde se pode ler "salva os touros dos toureiros". Considera que este é um protesto "bastante válido": "Os animais não estão protegidos em termos de legislação".

"A evolução da sociedade também se vê pela forma como se tratam os animais", acrescentou, revelando ter tido conhecimento do protesto através das redes sociais.

Já Cristina, presente nas marchas e manifestações há vários anos, diz que em Portugal os animais só têm valor "enquanto património de alguém", reclamando, por isso, mais legislação.

Critica ainda  a recente criação pelo Ministério da Cultura de uma Secção de Tauromaquia: "É uma vergonha e uma ofensa".

Depois da concentração, os manifestantes vão seguir em marcha até ao Parlamento. É o caso de Diana, de 20 anos, que é contra a realização de touradas.

"Esse tipo de espectáculo é medíocre e retrógrada. Não tem de existir, muito menos com a desculpa de que é tradição", afirmou.

A presidente da Associação Animal espera que o protesto reúna "milhares de pessoas" durante a tarde, até porque "todos os grupos de protecção dos animais", de norte a sul, aderiram.

"É bastante expectável que cheguemos aos milhares e isso é uma muito boa mensagem a passar ao legislador", afirmou.

 

 

Fonte: JN Online

publicado por mímica às 19:06

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Sábado, 27 de Junho de 2009

Tourada à corda na Ribeira Grande - S. Miguel e nanifesto dos Ambientalistas

 
 
A realização de uma tourada à corda durante as festas de São Pedro na Ribeira Grande (pelas 14 horas do dia 27 na Ribeira Seca) está a gerar acesa polémica com os ambientalistas e amigos dos animais a contestarem a iniciativa incluída no programa das festividades da câmara da Ribeira Grande.
A Câmara da Ribeira Grande ‘lava as mãos’ da tourada referindo que a iniciativa é da responsabilidade da comissão de festas da Ribeira Seca. Explica que, anualmente, esta comissão de festas inclui as suas iniciativas no programa de festas da Câmara.
Elementos da comissão de festas da Ribeira Seca, contactados ontem pelo ‘Correio dos Açores’, disseram que a tourada à corda “surge por ser uma novidade”, pedindo, contudo, que enviássemos as perguntas por escrito para que a comissão pudesse assumir uma posição conjunta e torná-la pública hoje.
A tourada à corda chega, na actualidade, a São Miguel pelas mãos da Associação Agrícola de São Miguel, de que é presidente Jorge Rita e secretário da Agricultura e Florestas, Noé Rodrigues. Ambos surgiram lado a lado durante a recente tourada, promovida no âmbito do último concurso pecuário num espaço onde se encontravam alguns milhares de pessoas, a maioria esmagadora das quais jovens e famílias de Rabo de Peixe.
Significativo que a Câmara da Ribeira Grande promova agora uma segunda tourada este ano em São Miguel precisamente na Ribeira Seca, a poucos quilómetros de Rabo de Peixe. Não é por acaso que se escolhe esta zona para lançar as touradas à corda. O objectivo é, certamente, chamar ao espaço centenas de jovens aficionados das duas freguesias.

‘Amigos...’: “Indignação”

Estas touradas à corda, de cariz cultural terceirense, “não tem”, de harmonia com os ambientalistas, “qualquer raiz cultural e identitária micaelense” e a sua introdução “compulsiva” na ilha é contestada por vários quadrantes sociais.
A associação ecológica ‘Amigos dos Açores’ manifestou ontem “indignação” sustentada pela “introdução de espectáculos relacionados com o sofrimento animal onde estes não são tradição” e “lamenta” que a tourada surja a par de uma manifestação cultural própria do concelho que “se assume pelo respeito pelos animais”, como são as Cavalhadas de São Pedro.
Numa época em que a Comunidade Europeia tende a reduzir os espectáculos taurinos aos locais onde estes são tradições e em que Portugal “vai dando algumas respostas positivas nesse sentido, nos Açores procura-se incessantemente maximizar e generalizar estes espectáculos ao arrepio de um progresso civilizacional reconhecedor do bem-estar animal”, lê-se no comunicado dos ‘Amigos dos Açores’.
Para a associação ecológica, a introdução de touradas à corda em ilhas onde não têm qualquer ligação histórica ou cultural “não é mais que a procura da constituição de precedentes para a generalização da tauromaquia, na totalidade dos seus diversos espectáculos, a toda a região, em resposta aos interesses económicos do sector, tal como ficou expresso na recente iniciativa da Assembleia Legislativa dos Açores, que projectava a introdução das corridas picadas em todo o arquipélago”.

Carta a Ricardo…

Embora a iniciativa da tourada seja da comissão de festas da Ribeira Seca, o ambientalista Teófilo Braga dirige, no blogue “Terra Livre” do Colectivo Açoriano de Ecologistas, uma carta aberta ao presidente da câmara da Ribeira Grande, Ricardo Silva, onde evidencia a sua incredulidade pelo patrocínio que dá à tourada.
Diz ter sido com “esperança” que presenciou a chegada de Ricardo Silva à presidência da autarquia por ser “pessoa de cultura, sensível ao património cultural e natural da sua terra e conhecedor das tradições do povo concelhio”.
“A promoção de uma tourada à corda, de que não sou adepto mas respeitador como tradição terceirense que precisa de evoluir no sentido de minimizar o sofrimento animal e os riscos para os homens, é um sinal de que estava, de algum modo, iludido” com o actual elenco camarário, afirma Teófilo Braga.

“Manchar Cavalhadas…”

Em seu entender, a tourada associada às Cavalhadas “só vem manchar esta manifestação cultural única, que não precisa de qualquer outro chamariz”.
Acrescenta que a tourada “não contribui para a educação cívica dos cidadãos e é única e exclusivamente um apoio da Câmara Municipal da Ribeira Grande a uma indústria económica não concelhia”.
Nesta perspectiva, Teófilo Braga manifesta “repúdio por esta iniciativa” de que o presidente da Câmara “é o responsável máximo”.
Acaba por comunicar que “terá em conta este facto nas próximas eleições autárquicas”.
Muitas têm sido, na blogosfera, as críticas ao aparecimento de uma tourada nos festejos de São Pedro, algumas cheias de oportunidade. “Parece que, de repente, todos os açorianos têm que ser terceirenses, que o que é tradição de uma ilha é metido num barco qualquer e ala de fazer ninho no tecido tradicional de outras ilhas”.
“É como se os biscoitos de orelha da minha Ilha (Graciosa) e os Molhos passassem a ser confeccionados e vendidos como especialidade das Furnas juntamente com o cozido. Anda tudo a ser desvirtuado”.
A Ribeira Grande “não precisa de acrescentar às Cavalhadas as touradas para chamar turistas, precisa isso sim de valorizar cada vez mais as Cavalhadas, de incuti-las na juventude. É que qualquer dia, as Cavalhadas deixam de existir em favor das touradas à corda que se calhar são bem mais divertidas.
 
 
Fonte: Correio dos Açores
publicado por mímica às 22:43

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Anúncio português contra a tourada

Espectacular!
publicado por mímica às 19:52

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Associação Animal contra utilização de crianças em touradas

A associação Animal anunciou ter apresentado uma queixa à Autoridade para as Condições de Trabalho para contestar a participação de um toureiro de 11 anos numa tourada que se realiza esta quinta-feira no Campo Pequeno.

O espectáculo, anunciado sob a forma de "Novilhada de promoção de Novos Valores", integra uma "Bezerrada" na qual participará o toureiro franco-mexicano Michelito Lagravaré, de 11 anos.

Em carta enviada à ACT, a associação questiona a legitimidade da utilização da criança no espectáculo alegando que o Código do Trabalho "estabelece que o menor só pode participar em espectáculos circenses desde que tenha pelo menos 12 anos de idade e a sua actividade decorra sob a vigilância de um dos progenitores, representante legal ou irmão menor". Assim, "é razoável que a participação de menores em espectáculos tauromáquicos não poderá decorrer em condições menos exigentes", argumenta, invocando ainda a Convenção sobre os Direitos das Crianças. O espectáculo "pode prejudicar a saúde do menor ou o seu desenvolvimento físico, mental, espiritual, moral ou social", afirma.

Citado pela Agência Lusa, o representante de Michelito Lagravaré, Inácio Ramos, nega qualquer ilegalidade na utilização do toureiro de 11 anos. Existe "um sem número de casos conhecidos de outras crianças que começaram cedo a despontar no mundo da tourada", disse. "O filho do toureiro João Moura estreou-se com apenas 11 anos, e o ilustre Francisco Mascarenhas começou com 10 anos", refere, esclarecendo que a ACT apenas exige um papel assinado por um dos pais.

 

Fonte: JN

música: In the Winter - Janis Ian
publicado por mímica às 19:34

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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Grandes empresas deixam de apoiar touradas

Seis grandes empresas desvincularam-se de eventos tauromáquicos que tinham apoiado antes da polémica judicial sobre a emissão de touradas na televisão antes das 22h30 e da intensificação recente dos protestos anti-tourada

 

Primeiro, foi a gelataria internacional Ben and Jerry’s, que ao saber que as festas académicas, que apoiava, incluíam uma garraiada, decidiu afastar-se do evento, relata a associação de defesa dos animais, Animal.

No mesmo dia, também a Caixa Geral de Depósitos se afastou do patrocínio dessa garraiada que acabou por ir para a frente à mesma, mas sem patrocinadores, denuncia também a Animal em comunicado.

Já em Maio, a Super Bock terá mandado recolher materiais promocionais que associavam a marca a uma tourada marcada para 10 de Maio em Moura. Segundo o comunicado da empresa, «a associação ou apoio a este tipo de eventos não faz parte da estratégia de comunicação de Super Bock ou de qualquer marca da Unicer».

A Kodak, a cadeia de hotéis Marriott e a marca de roupas sueca Melka também acabaram por se desvincular de eventos tauromáquicos que inicialmente tinham apoiado.

«A mensagem que queremos passar a estas e a todas as outras empresas é que apoiar a tortura de animais, como acontece com a tourada, além de eticamente inaceitável, é também uma opção ruinosa, em termos publicitários, promocionais e comerciais» , salienta Rita Silva, vice-presidente da Animal. «Por todo o mundo e certamente em Portugal, os consumidores estão cada vez mais conscientes, mais informados, mais preocupados e mais activos».

 

Por Ioli Campos @ Sol

 

publicado por mímica às 20:27

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Sexta-feira, 25 de Agosto de 2006

Portugal

 

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publicado por mímica às 15:04

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Quarta-feira, 23 de Agosto de 2006

Touradas e tradições

 


 



Cultura é tudo aquilo que contribui para tornar a humanidade mais sensível, mais inteligente e civilizada. A violência, o sangue, a crueldade, tudo o que humilha e desrespeita a vida jamais poderá ser considerado "arte" ou "cultura". A violência é a negação da inteligência.
Uma sociedade justa não pode admitir actos eticamente reprováveis cujas vítimas directas são milhares de animais.



Por trás da suposta bravura dos cavaleiros tauromáquicos, dos bandarilheiros, dos forcados e dos demais intervenientes neste espectáculo medieval e degradante, esconde-se uma triste e horrível realidade – a perseguição, molestação e violentação de touros e cavalos que, aterrorizados e diminuídos nas suas capacidades físicas, são forçados a participar num espectáculo de sangue em que a arte é a violência e a tortura é a cultura.

  

Uma minoria quer manter as touradas e as praças de touros, bárbara e sangrenta reminiscência das arenas da decadência do Império Romano.
De facto nas arenas de hoje o crime é o mesmo: tortura, sangue, sofrimento e morte de seres vivos para divertimento das gentes das bancadas. Como pode continuar tamanha barbaridade como esta, das touradas, no século XXI?
Só pode permanecer como tradição o que engrandece a humanidade e não os costumes aberrantes que a degradam e a embrutecem.

É de facto difícil afirmar o que é que um Touro sente numa tourada. No entanto, os estudos científicos feitos até agora apontam no sentido de que as agressões sofridas antes e durante as corridas sejam não só dolorosas mas incapacitantes. O touro fica com nervos e músculos rasgados, e a quantidade de sangue que perde continuamente enfraquece-o. Não parece ser sensato pensar que isto pode ser agradável para o Touro, ou mesmo indiferente.
O touro, tal como os outros mamíferos, ao ter sistema nervoso central tem capacidade para sentir dor, ansiedade, medo e sofrimento. E os sinais exteriores que mostra na arena denunciam essas emoções. Não é portanto razoável aceitar a ideia de que os Touros sofrem pouco numa tourada.

Há quem defenda que as Touradas enaltecem a nobreza do Touro.
Só uma mente muito ignorante ou distorcida pode realmente acreditar que os Touros quando vão para uma arena cumprem um qualquer desígnio divino.
A justificação de que o Touro é nobre por lutar pela vida numa tourada vem de quem alimenta o seu negócio e enriquece à custa deste espectáculo perverso mas rentável.
A nobreza é um conceito inventado pelo homem. Na natureza todos os animais são iguais e todos lutam pela sobrevivência. Ninguém duvida de que o Homem, numa luta com as suas armas e condições consegue ser superior a qualquer outro animal. Tentar provar isso numa luta desigual não é nobre, é estúpido.

 

Fonte: Delta Gata 2
sinto-me: online!
música: Foi Feitiço de André Sardet
publicado por mímica às 21:03

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Quinta-feira, 29 de Junho de 2006

Chocante! Portugueses apoiam Pedrito de Portugal

Deu hoje no programa "Você na TV" uma coisa que me chocou muito: Uma festa para angariar fundos para Pedrito de Portugal pagar a indemnização de 10 000 € por ter morto um touro (pois os touros de morte são proibidos em Portugal).

E também me chocou o facto de toda a gente apoiar Pedrito de Portugal, principalmente os apresentadores: Manuel Luís Goucha e Cristina Seixas.

Boicote a TVI e a apresentadora Cristina Seixas que é aficcionada em touradas. Vá à moita no dia 2 de Julho às 18 horas à Moita protestar. (Acho que é esta a data, é melhor conferirem).

Se gosta de animais e é contra as touradas, proteste!

sinto-me: mesmo zangada!!!
música: Promiscuos Girl da Nelly Furtado feat. Timbaland
publicado por mímica às 12:37

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Domingo, 4 de Junho de 2006

Mariza Compactua Com Tortura

Mariza, uma internacionalmente aclamada fadista portuguesa, estará no próximo dia 13 de Agosto, na Moita, para participar na “22ª Grande Corrida da Rádio Renascença”, onde irá actuar.

Mariza, que parece ser uma pessoa minimamente informada e inteligente, não ignorará certamente que uma tourada causa sofrimento a touros e cavalos. Não ignorará certamente que touros e cavalos são animais que têm a capacidade para experimentar sofrimento físico e psíquico. Não ignorará certamente que o sangue que jorra dos touros resulta dos graves ferimentos que lhe são infligidos no decorrer do “espectáculo” em que participa. E, sendo assim, por que motivo poderá participar numa tourada senão porque simplesmente não quer saber ou não se importa?

Se Mariza não se importa com o sofrimento dos animais utilizados nas touradas, deveria importar-se (dizemos nós). Sendo certo que é de lamentar sempre que alguma pessoa (qualquer que seja) promove touradas (e a tortura e crueldade que lhe são inerentes), mais lamentável é quando se trata de alguém como Mariza — uma pessoa com grande projecção não só em Portugal como no estrangeiro, e de quem se esperaria maior cuidado naquilo que promove (se não por ter compaixão pelos animais ou alguma espécie de preocupação ética, pelo menos por querer cuidar da sua imagem enquanto figura pública). Interessante seria saber o que diriam as pessoas de países civilizados (onde não se concebe sequer a existência de touradas) que compram os discos da Mariza, se soubessem elas o tipo de barbárie que ela promove neste cantinho da Europa…

Pelos animais, demonstre o seu desagrado por esta situação à fadista Mariza e à sua editora.

Escreva para:
info@mariza.com (site oficial)
info@worldconnection.nl (site da editora)
platina@netcabo.pt (agência)

Deixe um comentário em:
www.worldconnection.nl/wclayout/guestbook.php?site_id=3

Telefone para a Agência:
+351 21 781 9748 (ou envie um FAX: +351 21 781 9749)

Saiba mais informações nos sites oficiais da cantora:
www.mariza-online.net
www.mariza.com
www.worldconnection.nl

Actualização: Parece que a editora World Connection não admite que as pessoas falem em touradas no livro de visitas do site de Mariza, apagando descaradamente as mensagens que não lhe interessam. Temos conhecimento de que foram apagadas muitas dezenas de mensagens nas quais as pessoas demonstravam, de forma absolutamente educada, a sua tristeza, admiração ou oposição à participação de Mariza numa tourada.
sinto-me:
música: Don't worries do Simon Webbe
publicado por mímica às 12:31

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